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Sem Messi e CR7, com brasileiros e russos: Neymar tem caminho livre na Copa e busca gol em mata-mata

A passagem de Neymar pela Rússia tem sido de um tom diferente da pressão sofrida pelo atacante no Brasil, seja por parte da imprensa ou nas redes sociais, onde é comum ver fortes críticas ao comportamento do astro. Por onde andou, o atacante teve tapete vermelho estendido, como atleta da Seleção Brasileira mais exaltado, e não foi diferente em Samara, onde o Brasil encara o México nesta segunda-feira pelas oitavas de final da Copa do Mundo, a partir das 11h (de Brasília).

Entre os russos, ele é quase unanimidade. A impressão é que os locais só conhecem o camisa 10 da Seleção Brasileira. Gritam seu nome, fazem perguntas sobre ele, se agitam em busca de uma foto ou qualquer contato quando conseguem se aproximar do jogador. Neymar, quando possível, tenta retribuir.

Na chegada a Samara, quebrou protocolo de segurança e parou para atender dois garotos que buscavam um autógrafo no hotel. O carinho é o mesmo com brasileiros no país da Copa. O apoio tem sido geral, e destacado por todos na Seleção, mas o craque sempre recebe carinho especial, sua camisa é disparada a mais vista, e já até teve música criada exclusivamente para ele.

AAznxs5 - Sem Messi e CR7, com brasileiros e russos: Neymar tem caminho livre na Copa e busca gol em mata-mataA que mais pegou brinca com um cenário positivo para Neymar no Mundial a partir de agora, as quedas de Messi e Cristiano Ronaldo: “Cristiano veio para passear, Messi é o caralho, nós temos Neymar”, é o trecho de uma das tantas músicas que tem embalado a festa brasileira na Rússia.

A arte de secar funcionou. Principais adversários do brasileiro no sonho de conquistar a Bola de Ouro, o argentino e o português se despediram da Copa no último sábado, com derrotas para França e Uruguai, respectivamente. Abriram caminho para Neymar, que pode voltar a ganhar força na disputa se for protagonista no Mundial, após ficar para trás com a cirurgia no pé direito que o afastou por três meses. Vale lembrar que em muitos anos a Copa tem sido decisiva no prêmio, basta lembrar de 2006, quando o zagueiro italiano Fábio Cannavaro foi escolhido o melhor do mundo depois do título da Azzurra.

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